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Minas de volta ao comando



Quartas de final – 2º jogo

Genter Bauru 0x3 Camponesa/Minas 
 
 
É raro, mas às vezes eu acerto nas minhas previsões. Imaginei que não teríamos, neste segundo encontro, uma partida tão equilibrada como a primeira. 
 
O Bauru sem dúvida deu trabalho nos dois primeiros sets, mas ficou difícil, desta vez, fazer frente a um Minas que - embora abaixo da sua capacidade - esteve muito melhor do que no primeiro jogo e com controle sobre a partida. 

Naiane, ainda que por vezes deixando a Hooker em bolas baixas, se acertou com a oposto. E melhor: saiu do seu roteiro e colocou as centrais, tanto a Mara como a Gattaz, para jogar.

Servindo-se de um passe bem mais seguro e com uma distribuição correta - chamando a Hooker para os momentos mais apertados -, a levantadora conseguiu quebrar a marcação do Bauru que tanto tinha atormentado o Minas na primeira partida.

Foi o Minas, por sinal, que dificultou o ataque do Bauru, principalmente no terceiro set. E mais: conseguiu desestabilizar o passe da equipe paulista. Rivera não teve boa atuação no fundamento, o que comprometeu a armação de ataque do Bauru.
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O que cobramos de ousadia no Anderson, treinador do Brasília, não falta ao Marcos Kiwek, do Bauru. Só não acho que é uma ousadia muito inteligente.

Talvez ele tenha tentado surpreender a defesa mineira ou mesmo não sofrer com um bloqueio baixo, mas a verdade é que, ao começar o jogo sem a Thaisinha no time titular, acabou por deixar a Bruna um tanto isolada no ataque. Mari está totalmente sem poder de definição. O tipo de ataque da Mari mais favoreceu o crescimento da defesa mineira do que outra coisa.

Está certo que quando a Thaisinha entrou, já tarde do terceiro set, não ajudou em nada. Mas achei desnecessária a mudança na estrutura do time que vinha jogando bem.

Este foi um bom exemplo do que foi o Kwiek no comando do Bauru durante esta temporada. Um time que sofreu com o troca-troca e a indefinição das titulares do início ao fim. Quando acertava o passe, perdia no ataque; quando acertava o ataque, caía a qualidade da recepção.

Mesmo assim, o Bauru conseguiu brilhar na defesa, tendo a líbero Brenda Castillo como destaque da temporada. E, no fim, o Bauru acabou por dar muita briga nestas quartas de final, chegando muito perto de uma vitória no primeiro jogo. Tá aí uma coisa que eu realmente não imaginava.

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Obrigado, Arlene

O repórter do SporTV ignorou, mas deu para perceber pelas imagens finais de que este foi o jogo de despedida da Arlene. A passagem da Arlene pela seleção, como líbero, foi curta e, por consequência, pouco premiada. Mas na minha opinião, ela foi a melhor líbero que a seleção já teve. Superou a Fabi ao ser mais completa, habilidosa tanto no passe como na defesa.

A entrega dela em quadra sempre foi comovente. Quando o Brasil venceu o ouro em 2008, uma das jogadoras que mais lamentei não ter experimentado a conquista foi a Arlene, que esteve presente na fatídica Olimpíada de 2004.

Ela merecia ter tido uma atenção maior por parte da imprensa ao dizer o seu tchau. Da minha parte, recebe os agradecimentos e toda a admiração.

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