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Brasília ficou para trás



Bem que o título deste post poderia fazer referência ao centro político brasileiro, né? Mas não, o papo aqui é de vôlei. 
 
Desde a criação do Brasília, em 2013, todo ano depois da Superliga é o mesmo suspense. Há uma demora para saber se o projeto consegue patrocínio e continua. E isso atrasa toda a ação do clube nas negociações e contratações.
 
Desta vez não foi diferente. A resposta até que veio mais rápida do que nos anos anteriores: no início deste mês, o Banco de Brasília (BRB) renovou a parceria para a próxima temporada. Só que foi tarde demais para o clube manter seus principais valores. Macris foi para o Minas; Amanda para o Praia Clube; Vivian para o Sesc e Roberta para o Pinheiros.

O Brasília periga ainda perder sua jogadora-símbolo, Paula Pequeno que, segundo informações do Bruno Voloch, estaria de mudança para Bauru. 
 
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O Brasília nunca foi o time das grandes contratações, sempre foi o das vias alternativas. Encontrou nas duas últimas temporadas uma boa composição de elenco e conseguiu, dentro das suas limitações, fazer uma equipe até bem competitiva, principalmente com o Anderson Rodrigues no comando na SL 16/17 (o treinador, aliás, continua com o futuro indefinido).

Infelizmente, Brasília não conseguiu partir da boa base que tinha na SL 16/17 e acrescentar os reforços necessário para a próxima temporada. Teve que reconstruir o time inteiro e sem opções muito promissoras. Não sei se conseguirá sequer se manter no grupo intermediário da competição.

Traz Malu, do Praia Clube, a oposto que tanto o Brasília precisou na última SL; e a central Aline, do Rio do Sul, jogadora experiente e sempre muito forte no bloqueio. As duas me parecem boas alternativas para o elenco.

No mais, o clube fez uma troca de líberos na qual, na minha opinião, sai perdendo - Fernanda vai para o Flu enquanto Ju Perdigão chega ao Brasília -, além de contratar a ponteira Isabela Paquiardi, do Sesi, e a central Carol, do São Caetano.

Na posição mais importante, de levantadora, duas jovens: Thainá, do Brusque da SL B; e Vivian, da seleção sub-20 e que já fazia parte do elenco de Brasília. Permanece também na equipe a experiente atacante (e pouco aproveitada na SL passada) Mari Hellen.


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Fica-se naquela situação contraditória. Uma parte comemora o fato do projeto do Brasília continuar e que mais um espaço permaneça aberto para que jogadoras mais jovens ou menos badaladas tenham oportunidade de jogar como titulares.

A outra parte lamenta que o time não tenha dado um passo a frente em termos de investimentos para fazer uma equipe competitiva e enriquecer as disputas da Superliga. O Brasília esteve próximo disso depois da última temporada. Mas retrocedeu, infelizmente.

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