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Osasco X Rio de Janeiro: a rivalidade em 4 atos


São sempre eles: nas últimas 12 edições da Superliga, foram dez finais entre Rio de Janeiro e Osasco. Domingo, os principais rivais do vôlei feminino brasileiro se encontram pela 11ª vez numa final.

Figurinhas repetidas? Sim. Mas o clássico já rendeu decisões que entraram para história. O Papo relembra algumas:

SL 2004/05 – Osasco Campeão
Quando toda rivalidade começou. De um lado, Zé Roberto. Do outro, Bernardinho e Fernanda Venturini. A turma se enfrentava numa decisão logo depois de todo aquele rolo sobre a Olimpíada de Atenas 2004.


A série foi vencida pelo Finasa/Osasco por 3x0. A última partida foi um 3x0 tranquilo no Rio de Janeiro, mas as duas primeiras só foram decididas no tie-break. Destaque para o segundo jogo, quando o Osasco, dentro de casa, conseguiu uma virada impressionante sobre o Rexona, que comandou o placar a maior parte do tempo. As cariocas chegaram a ter a vantagem de 10x6 e levaram a virada, perdendo o jogo por 25x23.

SL 2006/07 – Rexona Campeão 
 

Terceira decisão seguida entre Osasco e Rexona e a mais disputada. O título só foi decidido no quinto set da quinta partida da série, no Rio de Janeiro.

As duas primeiras partidas acabaram no 3x0, uma para cada time. As demais, porém, foram todas para o tie-break, com Osasco e Rexona perdendo em casa.

No último jogo, o Osasco foi de altos e baixos. Perdeu de lavada o primeiro e o quarto set e venceu o segundo e o terceiro em parciais que superaram os 30 pontos. No tie-break, abriu 5x0 e depois 8x4 até que a Régis foi para o saque e virou o set a favor das cariocas.

SL 2009/10 – Osasco Campeão
Com a volta do patrocínio da Nestlé, a volta ao título.

Depois de quatro vice-campeonatos, finalmente o Osasco conseguiu desbancar o Rexona (Unilever, na época).

Final de jogo único, decidida somente no tie-break e com um momento crucial no terceiro set: um erro de arbitragem irritou tanto a Natália que ela levou um cartão amarelo. A partir daí, a jovem ponteira se transformou e ninguém mais a segurou. Cresceu na partida e comandou o Osasco na virada no placar.

Lembrando que, nesta Superliga, ainda havia o São Caetano com Sheilla, Fofão e Mari, que, mesmo estrelado, não conseguiu mudar a final do campeonato.

SL 12/13 – Unilever Campeão
O Osasco era a base da seleção brasileira campeã olímpica em Londres: Sheilla, Garay, Thaisa, Adê e Jaque, além de Fabíola e Camila Brait. Era o atual campeão da SL e do Mundial. Tinha feito a melhor campanha e tinha o melhor conjunto da SL.

Abriu 2x0 na final de jogo único e todo mundo imaginou que a história da SL anterior, quando o Osasco havia vencido o Unilever tranquilamente por 3x0 em pleno Maracanãzinho, iria se repetir, desta vez, no Ibirapuera.

Só que esqueceu do perigoso adversário que estava do outro lado da quadra. Baixou a guarda e pronto, levou uma virada histórica do Unilever. Time que tinha Fofão, Jucy, Fabi e Sarah Pavan, mas também contava com uma Natália longe da melhor forma e recorrendo à novata Gabi para substituir a Logan Tom.

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