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Uma rápida passagem pela temporada de inverno 2017: Edição #02




Pegação entre jovens que não se amam, samurais combatendo o crime, garota-dragão-empregada com tendências lésbicas e aventureiros fracassados entram em cena.

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Tirando o baixo nível da animação e alguns gestos e expressões de certos personagens que achei muito artificiais, eu até que gostei do primeiro episódio de "Onihei", anime baseado numa série composta por 19 livros (ou 24 quando foi reimpressa) publicados entre 1967 e 1989 - e até por conta da fonte na qual se baseia deu pra notar um resumo considerável no desenvolver da história e personagens para tentar fecha-la ainda nesse episódio, algo que já seria esperado.

Sendo produzido pelo novato Studio M2, cujo fundador, Masao Maruyama, também estabeleceu os estúdios Madhouse em 1972 e MAPPA em 2011, o anime focará nas ações de samurais combatendo o crime durante o Periodo Edo, havendo destaque nesse caso para Heizou Hasegawa, chefe de polícia que de tão temido pelos bandidos foi apelidado de "Onihei" ("Oni" seria demônio, e juntando com seu nome fica "Heizou o Demônio"). Já divulgado que essa adaptação não seguirá a ordem exata dos livros, o que dá pra supor que teremos uma obra episódica sem um conflito central, sua estreia mostrou o drama de um ladrão chamado Kumehachi que, após ser capturado e torturado por Heizou, pede que ele o permita ajuda-lo a caçar um criminoso que estaria matando brutalmente várias pessoas e se passando pelo seu ex-chefe - ele próprio foi expulso de um bando anos atrás por não seguir as três leis básicas de um ladrão (não roubar dos pobres, não matar e não estuprar mulheres, tendo desobedecido essa última), e por isso não se conforma ao ver alguém manchar o nome daquele que tanto lhe ensinou e o tratou bem.

Apesar do desenrolar corrido como mencionado acima, além de algumas cenas de maior afetação dos personagens, eu me simpatizei e achei decente o desfecho que essa história teve - ou pra ser exato, me agradaram mais os fatos em si do que como eles foram narrados, pois realmente queria ter visto isso num episódio de duração maior ou então dividido em duas partes. Resta saber se tal limitação de adaptação será tão significativo nas próximas semanas.




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Já com "Kobayashi-san Chi no Maid Dragon" minha birra não foi com uma adaptação meia boca, mas sim aquela sensação de que suas piadinhas parecem funcionar melhor em seu curto mangá. Protagonizado por uma garota-dragão-empregada pervertida que não vê problema em cheirar as roupas de sua "mestra", limpa-las mastigando e usando saliva (ajuda na retirada de manchas!) ou oferecer um pedaço de sua própria cauda como refeição (que ela mesma acaba comendo após Kobayashi recusar a iguaria, pois sabem que é feio jogar comida fora), o anime apresentou um tipo de humor que dividiu opiniões em sua estreia como seria previsto, mas no meu caso eu só senti que as mesmas esquetes do mangá - ainda que adaptadas fielmente - perderam força ao serem amontoadas num episódio de 20 minutos. Também acho que os traços da obra original são sensivelmente melhores quanto ao suporte que dão a comédia, logo eu confesso não ter muitas expectativas para o anime, mas o acompanharei normalmente.

A propósito, o mangaká Cool-kyou Shinja já teve outros dois trabalhos seus animados pouco tempo atrás, precisamente "Danna ga Nani wo Itteiru ka Wakaranai Ken" e "Komori-san wa Kotowarenai!", sendo que ambos receberam séries com episódios de curta duração (3 minutos cada).



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"Gabriel DropOut", por sua vez, desde o mangá não me chegou a ser algo do qual gostei muito, mas como sou completo fanboy da equipe que está produzindo seu anime eu acabei "dando uma chance" pra ele - e, bem, nesse aqui achei que a montagem do episódio ficou melhor do que a do anime da dragão lésbica, mas o abuso de fanservice no início e as piadinhas em sua maioria fracas (mesma opinião que tive quando li a obra original) fizeram com que fosse um tanto difícil terminar esse primeiro episódio. No mangá, pelo menos, a comédia melhora com o passar dos capítulos, porém admito que a questão de ser um visualmente fofo slice-of-life de garotinhas foi o que mais me motivou a ler quase 3 volumes dele sem muitos problemas, apesar das personagens e eventos em si não serem lá essas coisas (se muito gostei da tonta da Satanichia).

De todo modo a protagonista Gabriel, uma anjo antes exemplar e certinha que tornou-se numa nerd viciada em jogos que não dá a mínima para a humanidade, caiu nas graças do público logo de cara, como geralmente ocorre com personagens desse tipo. Só achei curioso que a já citada Satanichia também tenha angariado muitos fãs, a ponto de ter passado Gabriel no número de usuários que a favoritaram no MyAnimeList - semanas atrás ela se encontrava bem atrás e era comum ver um número maior de comentários de leitores do mangá a criticando do que falando bem, contudo deve ser notado que certas cenas dela no anime ficaram mais bem humoradas em comparação com o original, o que deve ter ajudado nesse aumento de popularidade.




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Parece que estou sendo hater essa semana, mas tal sequência de comentários foi coincidência (depois rasgarei seda para alguns animes antes de retornar com as críticas para outros. Culpem o baixo nível da temporada!). Falo isso porque o primeiro episódio de "Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo! 2" mostrou que será muito difícil qualquer anime tirar seu posto de melhor comédia nos próximos três meses, porém o nível de seu humor se mostrou aquém do padrão visto na primeira temporada - ainda assim achei bastante divertido enquanto mal dava atenção ao "plot" que criaram para o começo dessa continuação, apenas houveram algumas cenas onde as piadas pra mim foram medíocres.

E se já estávamos acostumados com a animação desleixada, que até caía bem com o estilo do anime, o Studio Deen atingiu outro nível nessa sequência a ponto de em certos momentos causar desconforto com tamanha irregularidade nos traços...


... Se bem que é graças a isso que temos a melhor dancinha de abertura/encerramento da temporada, onde esses rabiscos de personagens esbanjam requebrado



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No guia da temporada de inverno eu expus minhas opiniões sobre como o mangá de "Kuzu no Honkai" mais erra do que acerta na hora de retratar esse confuso quadrado-pentágono-hexágono amoroso que se desenrolará, e se fosse pela minha experiência com ele sequer pegaria o anime pra ver, mas...

... Não pude evitar de começar a assisti-lo apenas para acompanhar de perto a reação do público semana a semana, conforme o (em sua maioria) desajustado elenco dessa história protagoniza uma série de libertinagens e atos mais movidos pela emoção do que razão. Pra mim o mangá perde o rumo rapidamente e o mesmo ocorrerá com o anime, mas reconheço que tal cenário chama a atenção por motivos nada louváveis e com certeza "Kuzu no Honkai" acabará se tornando num dos animes queridinhos da temporada.
  


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Foi um episódio inicial corrido em certos eventos (adaptaram um capítulo grande e outro médio), mas entendo que nesse caso foi necessário para apresentar o cenário e alguns de seus futuros conflitos: "ACCA: 13-ku Kansatsu-ka" é um anime do qual tenho boas expectativas por ser adaptação de uma obra da mangaká Natsume Ono ("Saraiya Goyou", "Ristorante Pradiso"), logo acredito que veremos aqui um bom desenvolvimento no enredo e seus personagens mesmo que o começo não tenha sido dos mais empolgantes - ele foi no mínimo competente em traçar o mundo em questão e seu misterioso protagonista Jean, mas a falta de cenas movimentadas e o excesso de diálogos e explicações burocráticas devem explicar a baixa recepção do público.

E, considerando o estilo de sua criadora e até o tipo de trabalho feito por Jean e seus colegas, é pouco provável que o anime irá muito além disso em relação ao seu ritmo, devendo apenas apresentar no futuro argumentos mais bem elaborados e longos (que é o que eu espero).




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No segundo episódio de "Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen" eu achei uma pena que Yotarou esteja passando por dificuldades na sua carreira devido ao seu envolvimento com a máfia anos atrás (algo que ele próprio chegou a brincar a respeito na primeira temporada durante uma apresentação, sendo que na ocasião perdoaram esse deslize de alguém que ainda era desconhecido), contudo só incluí o anime no post dessa semana para mostrar a cena logo abaixo de Yakumo e Konatsu, que retratou de maneira delicada e sentimental a conflitante relação entre os dois causada pela morte do pai dela.

Fora isso, no final do episódio Yakumo livrou sua mente de uma preocupação após conversar com seu mestre, porém parece que outra tomará o espaço vago já na semana que vem.  



E olha só o Yakumo não se dando muito bem com outra pessoa de uma geração diferente da sua...

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No episódio 2 de "Demi-chan wa Kataritai" foi a vez da dullahan Machi receber conselhos do professor Takahashi, que a orientou sobre como poderia quebrar a barreira e se relacionar com seus colegas de classe - que têm receio de conversar sobre sua peculiar condição física -, além de sair num pseudo encontro apenas com a cabeça dela (isso enquanto o seu corpo sofria nas garras da vampirinha Hikari, que armou tudo). Todo esse passeio deles e a cena final onde Takahashi sugere que Machi passe a usar uma mochila pra facilitar sua locomoção até a escola foram sequências originais: O mangá dedica somente uma página para essa parte, pois em seguida mostra Hikari atiçando o corpo da dullahan para deixa-la nervosa e pronto, fim do capítulo.

Eu não sei dizer se houve aqui algum auxílio do autor da obra original ou se só o diretor e roteirista tiveram influência nisso, porém esse material próprio se encaixou muito bem para incrementar o que já existia - e sobre o episódio como um todo teve muita gente reclamando da paixonite da dullahan, mas há de ver que é coisa de adolescente e Takahashi, mal notando isso, permaneceu agindo como um dedicado professor interessado em ajudar sua aluna. O episódio 3 será focado na súcubo Sakie (personagem que aparecerá diante da maioria das cenas de fanservice devido a sua natureza) e possivelmente adaptará junto um capítulo que pularam do mangá onde Takahashi visita a casa da Hikari; entretanto, eu estou mais ansioso em ver o episódio 4, que deverá abordar certo problema da yuki onna Yuki. 




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Citando só por costume, mas o episódio 14 de "Chi's Sweet Home (2016)" foi até agora o mais fraco pra mim dessa série, já que não curti a comédia e nem o tema dele. Aprendemos que a família Yamada fica toda perdida numa casa sem energia, tentando fazer tudo o que for possível - seja exercício físicos ou colocar os pés numa banheira - para se esquentar em pleno inverno (gente, se enfiem debaixo de alguns lençóis e vão dormir, é isso que faço toda vez que a luz acaba no meio da noite!), e pra variar cometeram mais uma gafe com a Chi ao dar leite quente pra pequena tomar! Pôxa, que mancada...

Nisso, enquanto a Chi procurava qualquer canto para fugir do frio, uma cena dela com o corpinho dentro de uma caneca e a cabeça pra fora me fez ficar em dúvida sobre o seu tamanho real de filhote, uma vez que em outras situações ela pareceu ser bem maiorzinha - contudo eu sei que isso já seria birra demais com um anime infantil, então deixemos como está.    



Chi adoravelmente emburrada com o sempre desatento "pai" humano após este sentar em cima dela, justo quando finalmente tinha achado um meio para se esquentar.

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Como cheguei a supor após ler as descrições de cada personagem, "One Room" é um anime em primeira pessoa que dedicará 4 episódios de curta duração (4 minutos) para cada uma das três garotas principais. Nós (?) estamos na pele de um jovem que mora em Tóquio, e no primeiro episódio conhecemos Yui Hanasaka, garota que se mudou com a irmã mais velha para o apartamento ao lado do nosso. Ela explica que prestará exames para entrar numa faculdade nessa cidade (a mesma que a gente frequenta), e revela que não tem se saído muito bem nos simulados - mas não tarda para que durante um encontro na rua Yui tome coragem e peça, toda hesitante, a nossa ajuda para estudar.

O episódio termina sem ficar definida a nossa resposta, mas é claro que cairemos nos trejeitos moe da garota e prestaremos ajudar apesar de termos acabado de conhecê-la...



Enfim, este me foi um anime bem bobo, que só continuarei vendo por ser curto. Vale mencionar que na temporada de primavera teremos inverno, porque "Room Mate: One Room Side M" trará rapazes como protagonistas conversando com mulheres em primeira pessoa - se for melhor que o tenebroso "Makura no Danshi" já está valendo...

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Outro que também verei só por causa do tamanho (episódios de 4 minutos cada), já que sequer havia gostado do mangá, é "Piace: Watashi no Italian", anime cuja protagonista, Morina Nanase, obtém seu primeiro emprego numa trattoria - tipo de restaurante familiar italiano. No primeiro episódio ela conhece Maro Kitahara, garoto que mesmo sendo jovem passou a gerenciar o local após o pai fugir numa noite qualquer (!); e Ruri Fujiki, mulher de elogiáveis atributos físicos que atua como assistente. Em resumo, Nanase leva algumas broncas do pivete que se incomoda com sua falta de experiência, recebe conselhos e explicações da Ruri, experimenta e elogia um prato feito por Kitahara - que reage todo tsundere - e no fim promete se esforçar mais no trabalho, e é isso.

Não há nenhum motivo profundo para não ter gostado do mangá, somente não achei graça na sua comédia e personagens - por outro lado ele é muito detalhista quando se trata de culinária, característica essa que será perdida num anime desse tamanho. 


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Eu cheguei a ficar em dúvida se valeria mesmo a penas continuar assistindo "Youjo Senki", mas depois do segundo episódio deu pra concluir que, premissa duvidosa e expressões faciais toscas e forçadas à parte, o anime pode acabar se tornando até (culposamente) divertido de se ver - resta saber agora se as aprofundadas e irônicas discussões em torno de estratégias militares e políticas do mangá e light novel terão significativo espaço nessa adaptação, ou (o que deve ocorrer) acabarão em boa parte sendo resumidas ou suprimidas.

Aqui só não gostei nada de como alteraram e fizeram a cena do homem assalariado conversando com Deus (sem falar que o diálogo deles foi simplificado), mas de resto o episódio foi bom em explicar o cenário e situação da personagem, além de ter sido estupidamente bacana ver uma garotinha de 9 anos aterrorizando um pelotão inteiro de soldados usuários de magia.

E que sistema meritocrata é esse, hein, que mal questiona a entrada de uma criança no exército devido às suas aptidões acima da média...



Fez careta na foto, vai ter que tirar de novo.

É claro que alguém acabou pensando em tal crossover, mas convenhamos que Izetta nem teria chance...

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Dei uma segunda chance e passou no teste, então seguirei adiante:

O episódio 2 de "Urara Meirochou" não se apoiou no fanservice, exibiu uma comédia melhorzinha e como bônus até trouxe um argumento que deve (ou não) ser o conflito central do anime, o que pra mim causou mais interesse nele - falo nesse caso da "mostre o umbigo quando pedir desculpas" Chiya e sua nova ambição em tornar-se uma vidente de nível 1 (ela está no 10) para poder vagar por toda a cidade de Urara e, assim, encontrar sua mãe ao pedir ajuda a uma tal vidente lendária que consegue adivinhar qualquer coisa, já que esse local é dividido em dez áreas e você não pode transitar naquelas cujo nível é maior do que o seu.

É algo bobinho, mas para um anime desse gênero já é o bastante. Também acharei legal caso permaneçam explicando diferentes meios de se ler a sorte, igual mostraram nesse aqui em uma das tarefas que as garotas tiveram de realizar, sem sucesso.




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Esse continuarei vendo, mas tive muita vontade de dropa-lo após 2 episódios:


"Seiren" permanece querendo empurrar tudo que é fetiche em suas cenas de fanservice enquanto vemos um protagonista bobalhão sendo constantemente atiçado por um garota que é até interessante, porém fica limitada dentro do fraco e nada criativo roteiro do anime - vale ressaltar ainda que o rapaz mudou do nada de postura no final desse segundo episódio (chegou inclusive a elogiar o umbigo dela, e que fixação é essa por tal parte do corpo nesta temporada?), agindo de maneira estranhamente mais ousada e confiante depois de tanto baterem na tecla sobre o quão ele é ingênuo, inseguro e fácil de ser provocado. No geral, são poucas as conversas e ações dos personagens que soam minimamente naturais, parecendo, como eu disse no post da semana passada, uma adaptação qualquer de uma visual novel padrão. É idiota, simples assim.




Alguém precisa dar uma maneirada nos seus delírios...
  
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Já esse não vai rolar, estou dando adeus:


Não só a protagonista de "Minami Kamakura Koukou Joshi Jitensha-bu" provou que é de fato desmiolada a um nível absurdo e chato, como a comédia e os demais personagens também não se mostraram lá muito interessantes. Vi o segundo episódio e paro por aqui, os únicos pontos elogiáveis nesse anime são seus belos cenários e as esquetes com as dubladoras no final que dão dicas sobre ciclismo (nessa semana ensinaram a escolher uma bicicleta de acordo com o seu tamanho).



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Vi um só episódio e pronto, nunca mais

Assisti "Kemono Friends" já sabendo que não acharia bom, todavia a ruindade foi maior do que o esperado. Começando com uma criança que se perde em um zoológico gigantesco e recebe a ajuda de uma gata selvagem (personificada em garota, óbvio) para encontrar a saída, o anime ostentou uma animação em CG sofrível e piadinhas fraquíssimas dentro de, pasmem, um episódio de longos e cansativos 24 minutos - 5 já seriam o suficiente considerando o baixíssimo orçamento e a falta de roteiro. 

O mais curioso é que a série se baseia num jogo para celular - dá inclusive para notar isso em algumas situações do primeiro episódio - que por falta de jogadores encerrou suas atividades em dezembro, um mês antes dessa estreia. Ou seja, o anime perdeu inclusive sua principal razão de existir... 




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Pelo menos no caso de "Kemono Friends" o problema no visual é por conta da falta de recursos, enquanto que no péssimo "Hand Shakers" flagramos também um imenso mau gosto no uso de efeitos e filtros - estúdio GoHands, né, mas antes fosse esse seu único defeito. É claro que não daria pra esperar muito de um projeto que visa comemorar os 30 anos de existência da Animate, a maior rede varejista de produtos relacionados a animes, mangás e jogos no Japão, porém o primeiro episódio se superou ao mostrar um rapaz tendo que correr de mãos dadas com uma garota que acabou de conhecer - caso a soltasse a coitada morreria! - para fugir dos ataques de correntes toscas em CG comandadas por um cara nervosinho cuja parceira, a mulher da imagem logo abaixo, ficou o tempo todo estatelada no chão gemendo conforme outras correntes espremiam seu corpo.

Obviamente, no meio da fuga o garoto despertou seus poderes, podendo controlar uma série de engrenagens - é que ele tem mania de realizar consertos de tudo a qualquer momento, olha só como faz sentido.

Animação horrorosa com estilização de mau gosto, premissa babaca e fanservice vergonhoso, chega.



De acordo com esse anime peitos balançam incessantemente mesmo quando a pessoa só está ouvindo música 


Aliás, nunca soltar as mãos da garota bonitinha? Ah, e quando forem tomar banho?

Calma que o segundo episódio lhe mostrará isso, caso seja corajoso o bastante para assisti-lo:




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Segue meu ranking pessoal da temporada, atualizado dia 16/01:


1º Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu: Sukeroku Futatabi-hen - 8
2º Demi-chan wa Kataritai - 8
3º 3-gatsu no Lion 7
4º Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo! 2 7
5º Nobunaga no Shinobi - 7
6º Witch Little Academia7
7º Onihei - 7
8º All Out!! - 7
9º ACCA: 13-ku Kansatsu-ka - 7
10º Long Riders! - 6
11º Chi's Sweet Home (2016) - 6
12º Kuzu no Honkai - 6
13º Kobayashi-san Chi no Maid Dragon - 6
14º Pokemon Sun & Moon - 6
15º Urara Meirochou - 6
16º Gabriel DropOut - 6
17º Youjo Senki - 6
18º Koro-sensei Quest! - 6
19º Seiren - 5
20º Nyanko Days - 5
21º Piace: Watashi no Italian - 5
22º Nyanbo - 5
23º Tiger Mask W - 4
24º Akiba's Trip the Animation - 4
25º One Room - 4
26º Ai Mai Mii: Surgical Friends - 4
27º Chiruran: Nibun no Ichi - 3



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