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Finalmente empreendendo pelos motivos certos


Nos Estados Unidos, um número cada vez maior de pessoas se define como empreendedores. Conforme pesquisa publicada no final de 2016 pelo Global Entrepreneurship Monitor  - GEM, 14% de toda a força de trabalho americana se considera empreendedora, e 25% da geração Y pretende abrir o próprio negócio. São números impressionantes.

A pesquisa anual do GEM iniciou em 1999 através de uma parceria do Babson College com a London Business School abrangendo 10 países, e hoje em dia conta com a adesão de mais de 100 países – inclusive o Brasil. É o maior estudo constante de empreendedorismo do mundo.

Aqui no Brasil, apesar dos três anos seguidos de crise e da retração na abertura de novos negócios em 2016, nosso futuro imediato deve seguir os mesmos passos internacionais. De acordo com uma pesquisa divulgada na última semana pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, dois a cada três brasileiros entre 25 e 35 anos pretendem ser donos do próprio negócio.

A pesquisa traz muitas informações interessantes. Porém, um detalhe eu considerei da suma importância: por trás desta intenção, na maioria dos casos, está a motivação correta.

Isso é muito importante quando lembrarmos que, até bem pouco tempo atrás, uma grande parcela dos empreendedores o era por não ter outra opção. Prefeririam um emprego dito seguro e estável, mas se viam forçados a empreender quando ficavam desempregados.

Agora vemos esta mudança radical: a grande maioria dos empreendedores o é por escolha, opção e por acreditar em seu potencial realizador. Segundo a pesquisa, as principais motivações são: a realização de um sonho, com 76%, a busca da qualidade de vida, com 75% e a busca ganho financeiro, com 70%.

E mesmo com a crise atual, que continua obrigando muitas pessoas a serem empreendedores forçados, o futuro pós crise vai mostrar uma quantidade enorme de pessoas querendo ser donas do próprio negócio pelos motivos certos.

Mais um detalhe curioso da pesquisa: dentre os jovens brasileiros não empreendedores, 73% citaram a segurança e estabilidade financeira, e 69% indicam a busca pela qualidade de vida como principais motivos para não abrir o próprio negócio. Casualmente os mesmos argumentos de quem procura empreender, não é?

É bom ficar esperto. Thomas Friedman já disse em 2005 que no futuro próximo não vai existir oferta de emprego, e as pessoas terão que inventar o próprio emprego. Acredito que cada um deve ir atrás do que acredita. E se você acredita em empreender e ser dono de tua própria vida, a história vai estar do teu lado. Vamos em frente!

Ivan Primo Bornes – o fundador do Pastifício Primo escreve toda semana. Quer fazer uma pergunta ou comentário? Escreva para ivan.primo@pastificioprimo.com.br

 

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